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I Festival Frente Feminina
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A mostra de cinema do II FFF reúne oito filmes dirigidos por mulheres negras, com uma produção cubana. A programação conta com dois filmes por domingo.

7 de março (domingo)

Vírus  
Larissa Mauro e Joy Ballard (DF)

2020, Inverno. Pandemia, isolamento. Biografia expurgada no papel. Ancestralidade, memória, vazio, preconceito, traição. Vírus é uma experiência poética audiovisual. Revolução. Um grito de cura por mim e por muitas. Eu preciso falar!

Alfazema
Sabrina Fidalgo (RJ)

É carnaval e Flaviana vive um difícil dilema; como se livrar do amante que se recusa a sair de seu chuveiro?

14 de março (domingo)

Ángela  
Idalmis Garcia (Cuba)

Ángela conta a história de uma jovem afro-cubana que vive como imigrante na cidade de Nova York. Lutando para manter um emprego, ela encontra consolo, identidade e sua história nas vibrantes comunidades da Diáspora Cubana enquanto lida com seus sentimentos de solidão na Big Apple.

Memórias de um Povo  
Maria Abade e Mariane Silva (Quilombo Engenho da Ponte/BA)

"Memórias de um povo" é um filme do gênero documentário que retrata memórias e o cotidiano da comunidade quilombola Engenho da Ponte, situada no Vale do Iguape, na cidade de Cachoeira-BA.

21 de março (domingo)

PE 460 - Uma Luta Ancestral  

Jocicleide Valdeci de Oliveira e Jocilene Valdeci de Oliveira (PE)

Vídeo documentário produzido pelo coletivo Crioulas Vídeo, da comunidade quilombola de Conceição das Crioulas, no sertão central de Pernambuco. Fala de como se deu o processo de conquista da tão sonhada estrada. Uma luta que perpassa por conflitos políticos, sociais, etnicos e culturais. Mostra a resiliência e organização de um povo que vem se fortalecendo através dos anos.

Black Out  

Crioulas Video e Tankalé

Quilombo de Conceição das Crioulas, Salgueiro, sertão pernambucano, nordeste do Brasil. Um filme sobre o invisível.

28 de março (domingo)

Calibre 180  

Shirley Cruz (RJ)

Um lar violento e uma rotina de dor que se cumpria com rigor. O agressor é o mesmo, ele sempre esteve lá. Mas aí vem a pandemia e a convivência sem interrupções de tempo e sem gatilhos que desarmem as tensões, escancaram a violência contra a mulher.

O Dia de Jerusa  

Viviane Ferreira (BA/SP)

Bixiga, coração de São Paulo. Em um dia especial, Jerusa, moradora de um sobrado envelhecido pelo tempo, recebe Silvia, uma pesquisadora de opinião que circula pelo bairro convencendo pessoas à responderem questionários para uma pesquisa de sabão em pó. No momento em que conhece Silvia, Jerusa a proporciona uma tarde inusitada repleta de memórias, convidando-a à compartilhar momentos de felicidade com uma “desconhecida”.